top of page


As margens do real, G. Pawlick afunda no fantástico através da ilustração, tentando organizar, com base no místico e no surreal, seu delírio particular. Perdido no próprio anacronismo, deixa surgir em seu trabalho um descompasso intencional no tempo, um passadismo atravessado por uma contemporaneidade sutil, quase insolente. Mas, ainda assim, falha ao tentar descrever a si e ao seu trabalho na terceira pessoa.



bottom of page








